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ADÁGIOS DE ABRIL

Sexta-feira, 15.04.16

Abril apresenta-se como o mês acerca do qual existem mais provérbios, talvez por ser considerado, relativamente à vida agrícola, o mais importante mês do ano: Muitos dos adágios que se seguem, na década de cinquenta ainda eram usados na Fajã Grande:

 

A invernia de março e a seca de abril põe o lavrador a pedir.

A ti, chova todo o ano, e a mim, abril e maio.

Abril chuvoso e maio ventoso fazem o ano formoso.

Abril com chuvadas, mentes amuadas.

Abril e maio são as chaves de todo o ano.

Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.

Abril frio traz pão e vinho.

Abril leva as peles a curtir.

Abril molhado, ano abastado.

Abril molhado, sete vezes trovejado.

Abril, abril, está cheio o covil.

Abril, espigas mil.

Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.

Água de abril, peneirada por um mandil.

Águas de abril são moios de milho.

Ao princípio e ao fim, abril costuma ser ruim.

As manhãs de abril são boas de dormir.

De março a abril há muito que pedir.

É mau por todo o abril ver o céu a descobrir.

Em abril corta um cardo, nascerão mais de mil.

Em abril dá a velha a filha, por um pão a quem lha pedir.

Em abril deita-te a dormir.

Em abril e maio moenda para todo o ano.

Em abril guarda o gado e vai onde tens de ir.

Em abril pelos favais vereis o mais.

Em abril queima a canga e o canzil.

Em abril queima a velha o carro e o carril e o que ficou, em Maio o queimou.

Em abril, a Natureza ri.

Em abril, a rês perdida recobra vigor e vida.

Em abril, águas mil.

Em abril, cada pulga dá mil.

Em abril, cavar e rir.

Em abril, de uma nódoa tira mil.

Em abril, enchem o covil.

Em abril, espigar.

Em abril, guarda o teu gado e vai aonde tens de ir.

Em abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.

Em abril, mau é descobrir.

Em abril, pelos favais vereis o mais.

Em abril, queijos mil.

Em abril, sai a velha do seu covil, dá uma volta e torna a vir.

Em abril, sai o bicho do covil.

Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.

Em abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.

Em lua de abril tardia, nenhum lavrador confia.

Flores de abril, coração gentil.

Guarda pão para maio e lenha para abril.

Manhãs de Abril, boas de andar, doces de dormir.

Março ventoso, abril chuvoso, fazem o ano formoso.

Março, encanar; abril, espigar.

Mau é em abril ver o céu a descobrir.

Não há mês mais irritado que abril zangado.

Não há mês mais irritado que o abril zangado.

Nódoa de abril não há mês que a tire.

Nunca a chuva de abril é mau tempo.

O que abril deixa nado, maio deixa-o espigado.

Por onde abril passou, tudo espigou.

Quando chegar abril, tudo vai florir.

Quem em abril não merenda, ao cemitério se encomenda.

Se não chove em abril, perde o lavrador o carro e o carril.

Seca de abril deixa o lavrador a pedir.

Sol de abril, quem no vir, abra a mão e deixe-o ir.

Tarde acordou quem em abril podou.

Uma gota de abril, vale por mil.

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