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PADRE JOAQUIM FERREIRA CAMPOS

Domingo, 16.03.14

Natural da ilha Terceira, mais concretamente da freguesia da Terra Chã, onde nasceu em 1841, sendo filho de Joaquim Ferreira Campos e de Gestrudes Ferreira. Matriculou-se no Seminário Episcopal de Angra, fundado havia apenas nove anos, em em 28 de Setembro de 1870, altura em que tinha 26 anos de idade. Nesse ano matriculou-se apenas ele e um outro aluno de nome António de Paula Carvalho, natural da Praia da Vitória, ilha Terceira. Ter-seá ordenado em 1876 uma vez que no ano seguinte já exercia o munus sacerdotal nas Flores. Foi cura na freguesia de Ponta Delgada das Flores, de Março de 1877 a Dezembro de 1878, da Fajã Grande de 1879 a 1881 e, das Lajes, entre 1881 e 1883. O primeiro assento de óbito assinado por ele na Fajã Grande, como cura, data de 2 de Janeiro de 1880 e o úktimo de 17 de Dezembro do ano seguinte. Nessa altura foi nomeado vice vigário da paróquia da Fajãzinha ate ao ano de 1891, tendo, então, emigrado para os Estados Unidos da América, onde se manteve durante quase uma década. Em 1899 regressou à ilha das Flores que adoptara como sua terra natal e foi colocado na Fajã Grande, primeiro como vice vigário, depois como cura coadjutor e, finalmente, como vigário cargo que exerceu até 1914. Mesmo assim e após a sua exoneração permaneceu na Fajã Grande como manente, freguesia onde veio a falecer em 30 de Novembro de 1916, com 75 anos de idade. Está sepultado no cemitério desta freguesia. Na década de cinquenta ainda era recordado, com muita saudade, na Fajã Grande.

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publicado por picodavigia2 às 22:49

FUGA

Domingo, 16.03.14

o mar debandou

escapuliu-se

por entre choupos eriçados

como se fosse um rio

louco e sem destino

 

escoaram-se

todos os gemidos das marés

 

as praias

adormeceram,

madrugadas a fio,

sem o  estonteante

marulhar das ondas

 

e o cais – um deserto de gaivotas

 

todos os poetas partiram

porque lhes extorquiram

o amenizado sabor da maresia

 

e os seus versos, encrespados e majestosos

murcharam

como se fossem crisântemos

em vasos ressequidos

 

… e não haverá retorno de nenhuma primavera

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publicado por picodavigia2 às 18:25

O CORAÇÃO DA MINHA MÃE

Domingo, 16.03.14

(UM CONTO DE DIAS DE MELO EM DIA DE CARNAVA)

 

Depois vinham os mascarados.

 Mas, durante a seroada, enquanto as horas decorriam ao redor da pedra do lar, o que importava eram as filhoses.

Minha Mãe levava a manhã a amassá-las. A manhã ou a tarde? Não sei. Foi há tantos anos! E tanta coisa tem acontecido!... Tanta!...

Lembro-me de que, antes via minha Mãe na cozinha, à volta do grande alguidar de barro, de loiça de Vila Franca do Campo, assente no banco de pinho em frente á janela, o lenço na cabeça amarrada para trás, as mangas do vestido puxadas para cima… E tudo começava pela mistura dos ovos com o açúcar: ovos partidos na borda do alguidar, gemas e claras batidas no fundo, açúcar que tombava dos embrulhos chegados do botequim… Os olhos não se me desprendiam daquela papa langanhenta de ovos com açúcar e a água crescia-me na boca. Os mês olhos – e os olhos de meus irmãos; a água a crescer-me na boca – e na boca de meus irmãos. Às vezes, íamos a molhar o dedo, a levar o dedo aos lábios…

- Safa, canalha! Não sejam subejos – zangava-se minha Mãe. Ou fingia que se zangava?

Maiores, mais numerosos que os embrulhos de açúcar – os de farinha alva, que minha Mãe derramava no alguidar. Com água, que ia deitando até que bastasse. Com sal, que deixava cair até que desse gosto. E o fermento – claro, o fermento. E levava tempos a amassar, curvada, o avental de linho por diante do vestido de holanda, as mãos, os braços, a entrarem e a saírem, e tornando a entrar e tornando a sair, na massa muito amarela, pouco a pouco a se tornar mais ligada, mais compacta. Quando via que estava bem, arredondava-a com as palmas das mãos abertas e, de cabeça erguida e de expressão grave, traçava-lhe no alto, com a direita, a grande cruz, em nome do Padre, do Filho e do Espírito, que Deus te aumente e te acrescente!

Pegava então ao colo no alguidar com a massa. Pegava-lhe como quem pega num menino. Um menino que levava para o quarto de dormir e deixava, abafado com muitas roupas, longas horas na cama. Se nos surpreendia, sorrateiros, olho atrás, olho adiante, a meter o braço por debaixo daquele monte de roupa e a levar à boca gulosa o dedo pingando massa, lá tornava:

- Que canalha esta! Daqui para fora! Não vêem que fica feio ser subejos?

Aquela zanga de minha Mãe… Fincávamos os olhos no chão, sentíamos nas caras a cor da malagueta. Feio ser subejos… Mas quem podia resistir à tentação?

Á noite, o alguidar com a massa – o menino que ficara aquelas horas todas a dormir, a crescer – saía em triunfo da cama, da quentura das mantas e dos cobertores, voltava, em procissão de festa, minha Mãe à frente, com ele seguro no círculo dos braços, nós todos atrás, assim voltava à cozinha, para a amassaria encostada ao frontal, a massa para as filhoses, crescida, muito crescida, muito fofa…

Ardia em labaredas, o lume na pedra do lar. O lume das achas da lenha que acarretávamos, os rapazes e meu Pai aos ombros, as raparigas e minha Mãe à cabeça. As achas que serrávamos e fendíamos com nossas mãos a calejarem-se para a vida negra na cabeceira da serra e no cabo do machado. E as chamas dançavam debaixo da grelha, o grande caldeirão em cima com a graxa dentro, a chiar.

Lá fora, andava a chuva, o vento, o frio. Ali, ao redor do lume na pedra do lar, havia calor. Calor de fogo. Calor de paz – de amor. A massa, aos punhados nas mãos de minha Mãe, passava do alguidar para a tábua da amassaria, e cada punhado de massa, estendido, adelgaçado, transformava quase numa folha de papel muito fina e redonda (com uma garrafa a servir de rolo) – ia, dependurada pelo meio nos dedos longos de minha Mãe, a cair na bocarra do caldeirão, com graxa dentro, a chiar, a chiar… As mãos de minha Mãe, os dedos de minha Mãe, trabalhando, movendo-se na cozinha, com alegria – para alegria de todos nós.

E as filhoses, tiradas do caldeirão espetadas num garfo, começavam a amontoar-se na ampla travessa de loiça de cavalinhos, polvilhadas com açúcar pelos dedos de minha Mãe.

 - Comam! Comam!

Já minha Mãe nos não chamava de sobejos. Ria – seus olhos riam, seus lábios riam, sua alma ria – enquanto nos fartávamos…

Hoje, eu sei: o coração de minha Mãe nunca se zangava.

 E lá fora, a chuva, o vento, o frio. Meu Pai acabava de chegar – e acabava de se encher na nossa casa.

Havia mais calor, Mais calor do fogo na pedra do lar. Mais calor de paz – de amor…

 Depois, vinham os mascarados. Depois, no dia seguinte. Os mascarados inocentes. E também os outros: os mascarados que só tiram a máscara pelo Entrudo. Ou nem pelo Entrudo a tiram e apenas a mudam por escassos momentos.

Tudo acabou! Tudo! Menos os mascarados – os outros mascarados -, que esses nunca mais acabam.

Quantos porque a madrasta da vida os obriga a andarem sempre de máscara na cara!

 

DIAS DE MELO

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publicado por picodavigia2 às 18:00

ATROPELOS

Domingo, 16.03.14

Gosto de andar a pé, de caminhar, preferencialmente, equipado de fato de treino e sapatilhas, num andar lesto, num caminhar acelerado, num percurso desanuviado de atropelos e consumições. Infelizmente, fui forçado a suspender as minhas caminhadas desde há quase um ano. Primeiro uma tirânica e intolerante ciática. Depois as agruras de um inverno intempestivo, chuvoso, que se decidiu por fustigar todos os seus dias com vendavais intempestivos, chuvas diluvianas e ventos ciclónicos Agora que chegou o bom tempo e que a ciática decidiu entrar de férias (espero que definitivas), retomei as minhas habituais caminhadas, já quase há um mês.

Hoje volt à rua, regressar às minhas caminhadas, jornadeando na serenidade de uma primaveril manhã de domingo, percorrendo o percurso habitual, embora nesta fase de convalescença e reabilitação, um pouco alterado e encurtado. Sigo pela CRIP que delimita a norte a cidade onde moro, depois deslizo para o centro da urbe aproveitando o excelente piso da principal avenida que a atravessa. Regresso à CRIP e retomo de seguida, a Sul, algumas das mais largas ruas da cidade, acabando por regressar à CRIP, de onde parti. Uma hora de percurso moderado, interessante e agradável.

O pior, bem o pior é os atropelos de que, frequentemente, sou vítima. Primeiro, grande parte dos condutores que circulam na CRIP devem cuidar que ela é uma auto-estrada e os sinais de stop, os indicadores de limite de velocidade e até os semáforos são meros ornamentos que urge não serem respeitados. Algumas ruas não possuem estacionamentos. Os condutores que necessitam de estacionar frente a uma porta de casa ou de estabelecimento comercial, cuidando que tem o dever de não incomodar os outros condutores, pura e simplesmente, arrumam as respectivas viaturas em cima dos passeios, obstruindo por completo o transitar dos peões, forçados, assim, a circular na estrada, misturando-se a motos, automóveis e camiões. Não entendem estes condutores, ou não querem entender que os passeios são simplesmente destinados aos peões. Em algumas moradias, dotadas de amplos pátios, belos jardins ou verdejantes quintais vagueiam enormes cães. Talvez estejam impedidos de atacar alguém fisicamente, mas importunam emocionalmente, incomodam, assustam e amedrontam, porquanto, quando menos se espera, emergem de rompante, debruçados sobre os muros, num ladrar contínuo que assusta e temoriza. Há homens a mijar, nos cantos das ruas, pedras desniveladas nos passeios, automobilistas a não respeitarem as prioridades dos peões. Há tudo, mas mesmo tudo o que se torna capaz de transformar uma caminhada serena, agradável, bela e saudável numa marcha abrupta, turbulenta e, sobretudo, tumultuosa e atormentada.

Tudo não, porque existe no parque, frente à Câmara, uma interessante feira, onde passeiam homens, mulheres e crianças, onde se vende de tudo e, sobretudo, onde há sol e sorrisos.

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publicado por picodavigia2 às 16:07

A FESTA DO SENHOR DOS PASSOS, NA FAJÃ GRANDE, NAS DÉCADAS DE QUARENTA E CINQUENTA

Domingo, 16.03.14

Durante os domingos da Quaresma a ilha das Flores recordava, em solenes festividades e em litúrgicas celebrações, as principais cenas da Paixão e Morte do Redentor, privilégio concedido desde tempos imemoriais apenas às duas vilas e às três freguesias maiores e, talvez, mais importantes da ilha.

As celebrações começavam na vila Lajes, no primeiro domingo, com “Caminho do Calvário” e terminavam na de Santa Cruz, no domingo da Paixão, com o “Triunfo” realizando-se, então, uma majestosa procissão em que se incorporavam nove andores. No segundo domingo, em Ponta Delgada , celebrava-se a “Flagelação”, no terceiro na Fajã Grande a “Coroação de Espinhos” eno domingo seguinte, na Fajãzinha, celebrava-se o “Encontro”.

Na Fajã, a festa de Passos era uma das maiores festividades religiosas da freguesia.

Nos dias que a antecediam preparava-se a igreja de modo muito peculiar: não havia flores nos altares, eram retiradas as cortinas e sanefas das janelas, sendo as mesmas tapadas de alto abaixo com cortinados pretos, a fim de que, à boa maneira das igrejas românicas medievais, o templo ficasse totalmente escurecido, numa espécie de penumbra, criando-se assim um ambiente propício e adequado a uma mais profunda reflexão sobre os mistérios que se celebravam. No arco do transepto, entre a capela-mor e o cruzeiro, era preso à madeira um arame com argolas donde estava suspenso um enorme cortinado preto, que abria e fechava à maneira de um pano de palco e que tapava a imagem do Senhor dos Passos até à hora do sermão que antecedia a procissão. Os sinos não repicavam, apenas dobravam. A imagem do Senhor dos Passos, todo ano escondida atrás do altar-mor, naquele dia era posta, bem no meio da capela-mor em lugar de realce e colocada em cima de um andor muito tosco e sem flores, representando Jesus Cristo num dos mais dolentes momentos de tortura e sofrimento da Sua Paixão. Sentado numa pedra, quase nu, com uma capa roxa sobre os ombros, as mãos atadas por um cordão amarelado, segurando uma cana a fazer de ceptro e com uma enorme coroa de espinhos cravada na cabeça. Do crânio perfurado pelos espinhos saíam-Lhe gotas e gotas de sangue que corriam pelo rosto e se perdiam nas barbas ou Lhe salpicavam o tronco e os joelhos. Os ombros avermelhados e o tronco despedaçado faziam entender que havia sido fortemente chicoteado nas costas.

De manhã havia missa solene como nas grandes festas. No entanto, como a capela-mor estava tapada, a celebração realizava-se num dos altares laterais, no da Senhora do Rosário. Os cânticos, eram substituídos por antífonas e salmos cantados em latim e impropérios, alguns até cantados em grego, como o Hagios athanathos, eleison hymas (Santo Imortal tem piedade de nós) tudo em canto gregoriano, pelo pároco e mais dois homens. Geralmente vinham padres de fora, o padre António da Fajãzinha e o padre Mota do Lajedo, que nestes dias celebravam missa nas suas igrejas de madrugada, a fim de se poderem deslocar a pé ou a cavalo, para a Fajã. De tarde as cerimónias iniciavam-se com um sermão, findo o qual e no momento em que o pregador proferia as palavras “Ecce Homo”, o pano preto colocado no transepto abria-se e, finalmente, a imagem do Senhor dos Passos surgia à vista de todos os fiéis. Seguia-se a procissão que percorria as ruas principais da freguesia. À frente a cruz, ladeada por lanternas e seguida do enorme guião roxo, encimado pelas quatro letras garrafais e amarelas, SPQR, acrónimo da célebre frase latina da Roma antiga “Senatus Populusque Romanus” e que os cristãos, ao longo dos séculos, haviam adaptado e traduzido por “Salvai o Povo Que Remiste”. A seguir os anjinhos, os meninos da Cruzada Eucarística cobertos com a cruz de Malta, desenhada a vermelho numa faixa branca atravessada sobre o peito. Depois os homens vestidos de opas vermelhas e roxas, transportando as lanternas ou levando o pálio sob o qual caminhava lentamente o pároco, revestido de capa de asperges roxa e véu de ombros da mesma cor, barrete preto de três bicos, segurando bem erguida com ambas as mãos, a cruzinha do Santo Lenho. Finalmente o andor com a imagem do Senhor dos Passos. Uma parte do povo que não se incorporava na procissão, postava-se nas beiras dos caminhos e, compungido, genuflectia ao passar a minúscula relíquia que supostamente havia tocado na verdadeira cruz de Cristo. Atrás dois homens entoavam o “Miserere”em cantochão.

Depois de recolher a imagem era de novo colocada na capela-mor para que todos os fiéis, formando uma fila ordenada, prestassem a sua adoração, osculando um dos pés de Redentor.

 

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publicado por picodavigia2 às 12:37

DEPOIS DE HOMENAGEAR

Domingo, 16.03.14

É deveras incrível, por vezes, mesmo quase arrepiante, observar o muito e o tudo que se viveu e o que se tem passado durante três maravilhosos e inesquecíveis dias. Não nos largamos uns aos outros, não nos apartamos um minuto sequer, não nos afastamos por nada deste mundo. O que nos une é algo de muito transcendente, sublime, e aparentemente, inexplicável. Todos o reconhecem e sobretudo o sentem. Para uns a nossa condição de ilhéus, para outros a ternura dos nossos mestres, para alguns a grandeza do nosso coração. Talvez isto tudo e muito mais.

Hoje foi dia de homenagear. Depois da cerimónia realizada no átrio da entrada do Seminário, foi celebrada uma Eucaristia, na capela da Natividade, por alma de todos os falecidos. Presidiu o Cipriano Franco, acolitado pelo Carlos Dias. As leituras foram feitas pelo José Adriano Borges de Carvalho e pela esposa do José Francisco Costa. Curiosamente toda a assembleia era “coro e assembleia”. Todos cantaram, com o José Luís ao órgão e o José Carlos Rodrigues na regência. Kyrie, Glória, Sanctus, Pater Noster, Agnus Dei, tudo em Latim. Até um “Ite missa este”, cantado pelo José Luís. Então em Latim? Claro, em Latim, então havíamos de ter andado aqui, anos e anos a estudar latim, a cantar em gregoriano e não havíamos de fazê-lo agora que viemos aqui recordar vivências, e, sobretudo, lembrar os nossos mortos? Apesar de ser em Latim, sublimou-nos a beleza da música gregoriana. Muita dignidade, muita beleza e muita excelência. A tradicional homilia foi substituída pela leitura de um texto escrito pelo Emílio Porto. O Emílio havia-se inscrito neste “Congresso de Todas as Saudades”. Havia enviado a ficha ao João Carlos. Precisamente na madrugada do dia em que faleceu, escreveu e deixou-nos este legado. Uma mensagem fortíssima, emocionante, bela, que trouxe muitas lágrimas, muita reflexão e muita dor. Ao “Memento” foram lidos os nomes de todos os falecidos, professores, alunos e funcionários.

 À tarde um passeio pela ilha Terceira, com paragem na Serreta. À porta da igreja paroquial, aguardamos a chegada de um “neo-sacerdote” que hoje celebrava a sua ”Missa Nova”, para o saudarmos com o “Iuravit”, um magnífico solo do Fernando Mota.

 No fim uma senhora, muito admirada aproximou-se de mim e perguntou-me: - Os senhores foram seminaristas? – Claro que sim, fomos.

- Pois, - concluía ela, - bem me quis parecer. É que para cantarem assim tão bem e ainda por cima em Latim, só poderiam ter sido seminaristas.

No jantar de despedida, lá voltaram os abraços alargados e alagados. Grandes abraços, sentidos abraços, que falam mais do que todas as palavras.

Julho de 20112

 

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publicado por picodavigia2 às 09:43





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