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LINGUAGEM DA BONDADE

Quarta-feira, 23.07.14

“A bondade é uma linguagem que o surdo consegue ouvir e o cego consegue ler."

Mark Twain

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publicado por picodavigia2 às 19:21

PATRIMÓNIO CULTURAL DE MANTEIGAS

Quarta-feira, 23.07.14

O concelho de Manteigas constitui, por si só, um local de grande interesse cultural e turístico, visitado durante todo o ano por turistas nacionais e estrangeiros. São lugares de rara beleza natural e de interesse turístico neste concelho os seguintes: Cântaros (Magro, Raso, Gordo), Covão d' Ametade, Covão da Ponte, Covão do Boi, Fonte de Paulo Luís Martins, Lagoa Comprida, Miradouro do Fragão do Corvo, Nave de Santo António, Penhas da Saúde, Penhas Douradas, Poço do Inferno, Posto Aquícola da Fonte Santa - Viveiro das Trutas, Torre, Vale da Castanheira e Vale Glaciar do Zêzere

Em termos de património artístico e cultural, o concelho de Manteigas também é muito rico, possuindo um património histórico considerável, sobretudo, no que se refere a monumentos religiosos, nomeadamente, igrejas e capelas. Além disso, existem muitos padrões que marcam a história do concelho ao longo dos séculos e a fé religiosa dos antepassados., com destaque para a freguesia de Sameiro, a igreja de São João Baptista e a capela de Santa Eufémia. Destacam-se também monumentos de interesse na freguesia de Santa Maria e as igrejas Matriz de Santa Maria e a da Misericórdia, as capelas do Senhor do Calvário, de São Lourenço, de São Gabriel, de Santa Luzia, de Nossa Senhora da Estrela, de Nossa Senhora de Fátima, de Nossa Senhora do Carmo e a de Nossa Senhora da Saúde. Na freguesia de São Pedro, destaca-se a igreja de S. Pedro e as capelas de Nossa Senhora dos Verdes, de Santo António, de São Domingos, de São Sebastião, de Santo André, de Nossa Senhora de Lurdes e a do Imaculado Coração de Maria. Na freguesia de Vale de Amoreira, a igreja de Matriz.

Na vila de Manteigas a igreja de Santa Maria, a mais antiga da Vila, que possuía em meados do Séc. XVIII, cinco altares, a igreja de São Pedro, cuja construção é posterior à da Igreja de Santa Maria. Desta igreja saía, em anos alternados, nos meados do Séc. XVIII, a procissão real do Corpus Christi. Esta igreja era enriquecida pelo valor de sete capelas anexas: Santo Amaro, São Domingos, S. Sebastião, Santo André, Santo António d´Além do Rio, Santo António da Argenteira e Senhora dos Verdes, a mais recente edificação, mandada erigir pelos moradores de Manteigas no ano de 1756. Destaque ainda para a igreja da Misericórdia, que se supõe que tenha sido construída em meados do Séc. XVII, hipótese que parece confirmar-se pelo facto de existir no interior da mesma uma têmpera com um texto em português arcaico onde se pode ler que foi celebrada uma missa no ano de 1688. Em Manteigas destaque ainda para as capelas do Senhor do Calvário, de São Lourenço, de São Gabriel, de Santa Luzia, de Nossa Senhora da Estrela, de Nossa Senhora de Fátima, de Nossa Senhora do Carmo na Castanheira, de Nossa Senhora da Saúde na Quinta da Boavista, de Nossa Senhora dos Verdes, recentemente reconstituída, de Santo António, de São Sebastião, de Santo André, de São Domingos e a de Nossa Senhora dos Pastores, esculpida em rocha granítica, no alto da serra Covão do Boi. Vários oratórios, painéis e alminhas enriquecem este vasto património cultural religioso de Manteigas.

No que aos monumentos civis diz respeito, destaque para a Casa das Obras, robusta construção de tipo solarengo, encimada por brasão a conferir título de nobreza. No seu interior existem ainda algumas peças de mobiliário de qualidade, nomeadamente, sete quadros a óleo dos Séculos XVIII e XIX, retratando algumas das mais iminentes figuras da Família. Construída em Manteigas, na segunda metade do Séc. XVIII pelo capitão - mor e mais tarde desembargador João Teodoro Saraiva Fragoso de Vasconcelos Cardoso, a Casa das Obras impõe-se pelas suas dimensões e qualidade e o seu nome está relacionado com a duração e a expectativa da sua construção, que deve ter durado, pelo menos, de 1770 ao primeiro quartel do Séc. XIX.

Finalmente, outro lugar de interesse turístico neste concelho é Torre do Cume, com 9 metros, a perfazer 2000 metros de altitude, no topo da Serra da Estrela a assinalar o ponto mais alto de Portugal; Torre do Cume, com 9 m (A perfazer 2000 m de altitude), no topo da Serra da Estrela a assinalar o ponto mais alto de Portugal;

 

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publicado por picodavigia2 às 19:18

DESTEMIDO

Quarta-feira, 23.07.14

M 50 – “DESTEMIDO”

 

ENTRADA

 

Gadeletes de arroz recheadas com conserva de atum, com alho, cebola, pimentos e creme de queijo fresco e canapés de alface, atum, temperado com alho, cebola, pimentos e creme de queijo fresco.

Rodelas de pepino grelhadas com creme de queijo de salmão.

 

PRATO

 

Hamburguer de salmão, grelhado e temperado com alho, pimenta, ervas aromáticas e sumo de limão e barrado com creme de queijo fresco de ervas aromáticas.

Arroz de grelos e cenoura raspadinha.

 

SOBREMESA

 

Melão e geleia de pêssego.

 

 

 

******

 

Preparação da Entrada: - Escorrer a água do atum e desfazê-lo, misturando-lhe o alho, a cebola, os pimentos picados e duas colheres de queijo creme. Barrar as godeletas com esta mistura. Partir triângulos de pão de forma torrados, cobri-los com alface e a mesma mistura. Grelhar as rodelas de pepino e barrá-las com o creme. Empratar

 

Preparação do Prato –Temperar o hambúrguer e grelhá-lo. Fazer um refugado com azeite, cebola e alho e juntar a cenoura raspada e os grelos. Juntar o arroz e a água necessária à cozedura. Empratar, barrando o hambúrguer com creme de queijo fresco de salmão r o arroz com o mesmo mas de ervas aromáticas.

 

Preparação das Sobremesas – Confecção tradicional.

 

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publicado por picodavigia2 às 14:19

UMA VACA PARA O SENHOR ESPÍRITO SANTO (DIÁRIO DE TI’ANTONHO

Quarta-feira, 23.07.14

“Quando eu era criança, meu pai contava que há muitos anos, tinha havido um homem da Cuada que tinha feito a promessa de dar um jantar em louvor do Senhor Espírito Santo, pelo que decidiu criar uma vaca. Para poder cumprir a sua promessa e porque era pobre e não tinha relvas cá em baixo, nem comida para lhe deitar, resolveu ir levar a vaca ao mato, ao concelho para que ela lá ficasse durante o Verão e engordasse, a fim de que desse para cumprir a promessa.

 De vez em quando o homem ia ao mato ver a vaca e voltava sempre muito satisfeito porque o animal engordava a olhos vistos. Certo dia, porém, o homem chegou ao mato, ao sítio onde a vaca, normalmente, andava a pastar, mas não a encontrou. Procurou por todo o lado e por tudo o que era sítio, mas havia por ali muitos buracos, muitos valados, muitos grotões e muitos precipícios que dificultavam a busca. O homem regressou a casa muito triste e, à Praça, contou aos seus amigos o desgosto que tinha, sem saber o que havia de fazer para cumprir a sua promessa. Os homens que ali estavam tentaram acalmá-lo sem sucesso e, vendo aquela angústia e enorme tristeza, muitos ofereceram-se para ir com ele, no dia seguinte, procurar o animal. Procuraram um dia, dois dias, vários dias, todo o concelho mas não encontraram a vaca. Cuidando que ela teria morrido, regressaram ao povoado, sentindo que não podiam fazer mais nada. O homem ficou muito triste, pois como era muito pobre, não podia comprar outra vaca.

No entanto, lá foi economizando uns tostões e, ao fim de muitos anos, lá conseguiu juntar o dinheiro necessário para cumprir a sua promessa, porque o prometido é devido. Assim comprou outra vaca para pagar a sua promessa. Mas a vaca era pequena e pouca carne daria.

 Mas na semana antes do dia do Senhor Espírito Santo, juntou-se muita gente em casa do homem. Todos ajudaram a rachar a lenha, aquecer o forno, a amassar e a cozer o pão de trigo para comerem com a carne, mesmo sendo pouca, e a massa sovada. Na sexta-feira, foram em cortejo para o matadouro, para matar a vaca que o homem tinha comprado, depois da outra desaparecer. De repente viram ao longe, descendo uma canada, algumas reses que caminhavam na direcção do matadouro. O homem viu que o animal da frente era a vaca que lhe tinha desaparecido no mato e trazia atrás de si sete bezerros. Os animais chegaram-se para o lugar onde deviam ser mortos, como a oferecer-se e toda a gente se benzia e louvava o Senhor Espírito Santo pelo milagre. Mataram o gado e naquele jantar houve carne em abundância para todos.”

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publicado por picodavigia2 às 10:14





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