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OS AÇORES E A ATLÂNTIDA

Segunda-feira, 11.01.16

Hoje é crença comum que, há muitos anos, existiu, no Oceano Atlântico, localizada, parcialmente, no lugar onde hoje se situa o arquipélago dos Açores, um continente lendário, chamado Atlântida. Segundo Platão tratava-se de uma ilha enorme e que era uma espécie de ponte entre os grandes continentes então existentes.

Esta ilha gigante estava dividida em três regiões: a região setentrional chamada Poseidonis, a maior e que se situava num planalto onde hoje ficam as ilhas açorianas, uma segunda constituída por uma enorme ilha central chamada Antília, e a terceira constituída pelo Arquipélago Equatorial que chegava até às proximidades do Equador. Há quem cuide, no entanto, que a civilização Atlante não estava confinada a estas zonas no oceano Atlântico, mas que, pelo contrário, se estendia por um imenso vale que hoje é o mediterrâneo. Era um vale húmido e fértil, atravessado por rios que desciam desde as vertentes continentais e cujo leito dos oceanos foi subindo lentamente, aumentando a pressão sobre a enorme barreira que separava o oceano do vale e que estava situada na zona que hoje chamamos de Gibraltar. Aos poucos, o vale foi sendo inundado até ao dia em que, tal como nas ilhas, enormes tremores de terra se fizeram sentir e acabaram por destruir essa barreira, precipitando as águas do oceano numa enorme torrente diluviana que tudo destruiu.

O desaparecimento deste mítico continente parece dever-se a convulsões várias entre os deuses e os demónios. A sua destruição é referida em quase todas as culturas do mundo através da mítica história do dilúvio, narrada não apenas na Bíblia mas noutras mitologias, incluindo o poema de Guigalmesh e da cultura grega, por exemplo, segundo a qual os deuses inundaram o mundo e destruíram a raça humana devido à sua maldade. Temos, assim, um cataclismo que assolou um vasto lugar, e um povo que, por ordens de deus, ou seja, dos seres extraterrestres, constrói embarcações para salvar parte da humanidade e assim dar corpo à quinta raça que se veio a formar depois do dilúvio, a nossa raça actual.

Muitos relatos existem sobre esse lugar lendário, contanto as mais diversas histórias. O de Platão, senão o mais interessante, é o mais conhecido:

 "Pois, naquele tempo, podia-se atravessar o mar. Tinha uma ilha diante dessa passagem que vós chamais as colunas de Hércules. Esta ilha era maior que a Líbia e a Ásia reunidas. Os viajantes daqueles tempos podiam passar desta ilha para outras ilhas, e dessas ilhas podiam alcançar o continente, na margem oposta deste mar que merecia verdadeiramente o seu nome".

Mas apesar de situada em pleno Atlântico e de se saber que emergiu nas profundezas do mar há milhares de anos, na sequência de violentas erupções vulcânicas, ainda bem vivas nas ilhas dos Açores, manifestando-se diariamente sob as mais diversas formas de atividades vulcânicas secundárias, segundo o tenente-coronel José Agostinho, a Atlântida nunca existiu e não existem provas científicas de que os Açores sejam o remanescente do mítico continente da Atlântida que, outrora, teria sido o berço de uma próspera e culta civilização, desaparecida nas profundezas do oceano.

 

NB – Dados retirados da Net

 

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