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FEIJÃO

Segunda-feira, 03.06.13

 

Feijão é um nome comum da semente de uma planta, com fortes tradições no cultivo nacional – o feijoeiro. Tomado como alimento, sobretudo quando guisado com carne de porco e linguiça e assado no forno, proporciona ao organismo um excesso exagerado de calorias e proteínas, mas também ferro, cálcio, vitaminas, carbono hidratos e fibras, muitas fibras, pelo que embora desejado e apetecido, deve ser global e radicalmente evitado. A abstenção do feijão é uma exigência imperiosa e fatídica, pese embora o feijão assado seja a base de um dos principais pratos da culinária típica açoriana.

Em Portugal, o feijão-comum é a base de várias sopas e da célebre feijoada, misturado com arroz ou como elemento de acompanhamento obrigatório das tripas à moda do Porto e, ainda, em alguma doçaria, como por exemplo, o pastel de feijão. Os pericárpios do feijão, sobretudo quando verdes, repletos de grãos suculentos, são fofos e aveludas e poderiam muito bem ser comidas sem mais nada ou acompanhar um qualquer outro prato de carne, preferencialmente regados com sumo epílogo. No entanto, este precioso alimento, este verdadeiro e saboroso pitéu está, por motivos de doença, mais concretamente de insuficiência renal, totalmente interdito.

A espécie mais comum de feijão é o “Vigna Unhipanhata Javist”, vulgarmente chamado de feijão de “Álcad – i2”, existente, em grandes quantidades, nas zonas de noroeste e nos locais mais altos e distantes do mar.

Apesar da enorme importância da cultura do feijão, o rendimento médio nacional é baixo e está decrescendo. Recentemente, foi lançada um programa nescimento do feijoeiro, mas nem mesmo assim a plantação do feijão, conseguiu actualmente os êxitos produtivos de outrora.

O consumo do feijão, em quantidades de média a alta, está associado à diminuição do desenvolvimento de doenças como o diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e até mesmo neoplasias. Acredita-se que esse efeito benéfico do consumo do feijão é devido à presença de metabólitos secundários nessa leguminosa, os fitoquímicos, sendo os que presentes em maiores concentrações os compostos fenólicos e os flavonóides. Lamentavelmente e no que à insuficiência renal diz respeito, o feijão é prejudicial.

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publicado por picodavigia2 às 09:38





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