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MAIS UM POEMA SOBRE A FAJÃ GRANDE

Segunda-feira, 17.06.13

No passado dia 26 de Junho de 2009, coloquei neste blogue mais um poema, sobre a Fajã Grande, recolocando-o neste novo blogue, o qual, na altura, me havia chegado por pessoa amiga que com as melhores intenções. Na introdução dizia que o referido poema havia sido escrito por autor desconhecido. Afinal foi-me garantido, por um outro amigo, que os referidos versos são da autoria do professor Orlando Soares, autor de outros já aqui referidos. Como previra e porque o poema me foi citado de memória, havia algumas incorrecções que agora se corrigem, tendo-se ainda em conta que os referidos versos faziam parte de dois poemas diferentes.

 

O primeiro intitula-se "FAJÃ GRANDE"

“A Fajã entre verdura,
Vista do cimo da rocha,
Tem tanta graça e frescura
Como a flor que desabrocha...


É tão linda e singular
Daquele sítio sobranceiro,
Que para a verem melhor... O SOL e o LUAR
Sobem a rocha primeiro...

Linda Fajã,
D'excelentes madrugadas,
Onde recitam poesia,
Nas noites calmas douradas.

Linda Fajã,
Ninguém te pode negar
O encanto e a primazia
Que te dão sol e luar...

Só a Fajã nunca viu
O Sol nascer no levante,
Porque a rocha lhe encobriu
O berço do Sol distante.

Não há outra aldeia assim
Nesta Ilha perfumada,
Onde as aldeias são florinhas
E a Fajã rosa encantada...



___________________________________________

O segundo poema chama-se "PARREIRINHA"

“Desde o Pico à Cabaceira,
Sempre verde a parreirinha
É nota bem prasenteira
E alegra que se avizinha...

Parreirinha,
Fartura da Fajã Grande!
És sempre doce e fresquinha
Por mais quente que o Sol ande...

Parreirinha
Os teus cachos saborosos
Sabem mais que a pura água,
Sabem mais que a pura água
Nos meus lábios sequiosos.”

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publicado por picodavigia2 às 14:39





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