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DUAS DA TARDE LISBOA À VISTA

Quinta-feira, 25.07.13

(POEMA DE PEDRO DA SILVEIRA( 

 

Primeiro, a água era azul:

puro espelho celeste.

Depois, tornou-se verde:

Opaco verde de desgosto.

 

Agora é barro dissolvido:

Terra

de Portugal que o Tejo incita

a descobrir as Índias

e Américas ainda

por encanto encobertas.

 

– De quem o lenço que acena,

acolá,

do cais?

 

Pedro da Silveira Eu Fui ao Mar às Laranjas

 

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publicado por picodavigia2 às 16:29





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