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SARDINHA

Quinta-feira, 06.06.13

A sardinha é um peixe da família “Clupeidae”, espécie “Anmagnq” aparentada com os arenques. Geralmente, é de pequena dimensão, caracterizando-se por possuir apenas uma barbatana dorsal, mas sem espinhas. Por sua vez, a barbatana anal tem o caudal bifurcado e as escamas ventrais são em forma de escudo, características que fazem das sardinhas peixes de uma beleza rara e de um simplicidade contagiante e muito apetecíveis ao paladar.

Acredita-se que o nome "sardinha" tenha a sua origem na ilha Sardenha, onde consta que, outrora, a sardinha tenha abundado.

A sardinha, de barbatana dorsal sem espinha e de barbatana anal bifurcada, alimenta-se de plâncton e vive, frequentemente, em grandes cardumes, servindo de alimento a muitos outros peixes, Sabe-se, também, que é rica em o ômega-3, que se julga ser um "protector" do coração humano.

As sardinhas assadas são um dos pratos mais típicos e tradicionais da cozinha portuguesa. A sardinha, em Portugal, é pescada legalmente por quase meia centena e meia de embarcações, em todo o país, e é a única espécie de peixe, em toda a Península Ibérica, a obter a certificação de qualidade, como resposta às preocupações sobre a sustentabilidade dos recursos. A certificação é uma mais-valia para toda não só para os pescadores mas também, e em particular para a indústria conserveira, mas é, também, benéfica para o consumidor, dado que lhe traz mais informação, quer do produto fresco quer do congelado, por forma a ser valorizado o preço de venda, aumentando, assim, a rentabilidade do pescado.

Para a saúde humana, os benefícios da sardinha, um dos peixes mais baratos do mercado, são inúmeros e têm comprovação científica. Especialistas acreditam que o seu consumo é capaz de reduzir o risco de enfarto, de baixar o nível de triglicerídeos no sangue e também auxiliar na prevenção de diabetes, osteoporose e enxaquecas.

Há quem afirme que duas sardinhas, duas a três vezes por semana, são suficientes para se obter os benefícios resultantes das suas potencialidades. A fim de se poder retirar o máximo de vantagem do consumo da sardinha, é preferível comê-la fresca e com pele. Quem tem o colesterol alto deve optar pelas versões: fresca, grelhada ou assada e a enlatada em molho de tomate. Para quem pretende aproveitar o cálcio da sardinha, é preferível optar pela enlatada. É que nesse caso a espinha é bem macia e mais fácil de ser consumida. A espinha da sardinha é uma fonte riquíssima de cálcio.

Incontestavelmente que uma sardinha assada, colocada sobre uma fatia de broa a pingar gordura, para além de muito saborosa é um petisco de excelente qualidade, mas totalmente vedado aos doentes, como eu, portadores de insuficiência renal.

 

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publicado por picodavigia2 às 19:53





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