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ESTRANHO

Sexta-feira, 21.06.13

No mínimo é estranho, inexplicável e incompreensível! Faz, precisamente, hoje um mês – dia 21 de Maio pp – que o meu blogue “Pico da Vigia”, com suporte informático na IOL, com mais de quatro de anos de existência e com uma utilização regular e assídua – publiquei 1128 textos – pura e simplesmente desapareceu da plataforma informática que o sustenta. Sendo assim tona-se impossível a qualquer seguidor visitá-lo e, nem sequer, a mim próprio, através da utilização da minha password, me é possível vê-lo e, muito menos, entrar ou aceder, a fim de nele colocar qualquer texto.

Mais estranho ainda é que o mesmo aconteceu com muitos outros blogues, com suporte na Iol. Clica-se para aceder e defrontamo-nos com a mesma mensagem: “404 Not found”. Contactada a Iol, alguns dias depois de o estranho fenómeno acontecer, até hoje não me foi dada nenhuma resposta.

São variadíssimos os apelos enviados por utilizadores. Basta abrir a página da Iol no Facebook para os ver. Eis alguns, dali retirados:

“Vamos de mal a pior.

 Agora nem por telefone se consegue contatar a IOL porque diz que não pode atender devidoi a sobrecarga de chamadas...tá bonito!!!”

“Uma vez mais não consigo aceder ao meu e-mail, mas o maior problema não é esse...é enviar mensagens electrónicas e não obter resposta.

 É necessário telefonar para resolverem o problema no momento.

 Como cada minuto custa .60, faz-me pensar que ideia é terem lucro com esta situação.

 O melhor é pôr "os ovos noutra galinha".”

“Desilusão atrás de desilusão, o email que sempre utilizei da iol só me tem causado incómodos e problemas, de tal maneira que já me pós os nervos em franja, (…)”

 “… estou há cerca de uma semana a tentar remover uma conta de email da IOL. Já fiz vários pedidos no vosso site de suporte e não obtenho qualquer tipo de feedback da vossa parte. Podem dizer-me por favor a quem, me devo dirigir para obter resposta a este pedido. Obrigada.”

“…será possível, outra vez sem iol? Parece brincadeira ou é só irresponsabilidade?”

E, apenas, mais um, último, para não ser prolixo:

“Podem continuar a reclamar com a IOL por causa dos mails e afins... Acho que ninguém vos liga nenhuma. Não sei se repararam mas desde o dia 9 de Maio que esta página não tem actualizações...”

Apetece, pois, perguntar de novo: afinal o que se passa com a Iol e por que razão não responde aos contactos dos utentes?

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publicado por picodavigia2 às 16:21

NAVIO CAÇA TESOUROS

Quarta-feira, 19.06.13

Li, há dias, algures, uma notícia um pouquinha estranha e algo preocupante e que cito de memória: “O navio inglês “John Lethbridge”, especialista em procurar cargas e tesouros de antigas embarcações naufragadas, tem andado a navegar no mar dos Açores, encontrando-se desde há alguns dias fundeado no porto da Horta, na ilha do Faial”. Ora, todos nós sabemos que os mares açorianos, nomeadamente ao redor das ilhas das Flores e do Corvo se encontram pejados de antigas embarcações naufragadas, cujo o espólio, de uma boa parte, nunca terá sido procurado ou recolhido. Que este navio o faça sob a égide e responsabilidade do governo, das autoridades marítimas e da comunidade científica açoriana parece plausível. Se o faz à revelia destas é, no mínimo, invulgar e lamentável, sobretudo porque originará uma perda irrecuperável para o património histórico e cultural das ilhas. Exemplifique-se com a “Bidarta”, barca francesa capitaneada por Jaqcues Blondel, que na noite de 24 para 25 de Maio de 1915, naufragou, no Canto do Areal, por fora da Poça das Salemas, na Fajã Grande das Flores e, cujo naufrágio ouvíamos contar vezes sem conta. Vinha carregada de níquel que transportava da Nova Caledónia e se destinava a descarregar em Glasgow, na Escócia. Outro exemplo, também narrado outrora com muita frequência, era o do Salavónia, naufragado por fora do Lajedo em 1909, embora, neste caso muito do seu pecúlio, tenha sido recolhido por populares que o guardaram em suas casas, tendo sido já criado, na ilha das Flores o “Museu do Salavónia”. Desde de 1536 existem registos de mais de cem naufrágios nas ilhas das Flores e do Corvo.

 

NB - Texto publicado no Pico da Vigia 1, em 18/08/09

 

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publicado por picodavigia2 às 19:04

TOLEDOS CAMPEÃO NACIONAL

Quarta-feira, 19.06.13

O Grupo Desportivo e Recreativo dos Toledos da Madalena, ilha do Pico, conquistou, pela segunda vez, na sua história, campeão nacional de Ténis de Mesa, vencendo o Sporting, na final do Play-off.

A equipa picoense já havia ganho a taça de Portugal, conquistando assim a dobradinha.

Em 10 de Maio de 2010, o “Pico da Vigia 1 publicara a notícia da primeira grande vitória, no Ténis de Mesa Nacional, daquela equipa açoriana.

Nos passados dias 8 e 9 de Maio teve lugar, no Centro de Congressos e Desportos de Matosinhos, a fase final da Taça de Portugal em Ténis de Mesa nos escalões masculinos e femininos, sendo vencedora da prova, no escalão masculino, o Grupo Desportivo e Recreativo dos Toledos da Madalena, ilha do Pico.

No dia 8 realizaram-se os oitavos de final sendo apuradas as oito equipas que participariam nos quartos de final, com destaque para o confronto que opôs a equipa dos Toledos, da Madalena do Pico e o Sporting Clube de Portugal, que na eliminatória anterior eliminara o Juncal da ilha Terceira e que culminou com uma brilhante vitória da equipa açoriana que assim obteve o consequente passaporte para as meias finais.

Nos quartos de final verificaram-se os seguintes resultados:

ACM da Madeira 0 – Novelense 3

CP de Oliveirinha 3 – 1º de Maio (Madeira) -2

Sporting 2 – Toledos (Pico) 3

Vitória de Setúbal 2 – S. Roque (Madeira) 3

Por sua vez, no dia 9 de manhã, tiveram lugar as meias finais, tendo a equipa picoense obtido uma clara vitória sobre o São Roque da Madeira, apurando-se assim para a final, a qual teria lugar, no mesmo dia, da parte da tarde.

Resultados das meias-finais da competição:

Toledos (Pico) 3– S. Roque (Madeira) 1

Novelense 3 – CP de Oliveirinha 1

Na final, a equipa dos Toledos da Madalena defrontou e venceu a Associação Recreativa Novelense, de Novelas, Penafiel por 3-2, conquistando assim a Taça de Portugal, edição 2009/10. Num jogo disputado até ao último set, a equipa insular, defrontando um conjunto bastante forte e enfrentando um público que maioritariamente apoiava a equipa continental, acabou por vencer e conquistar o troféuem causa. Trata-sede uma conquista importante e um marco significativo no Ténis de Mesa açoriano, dado que é a primeira vez que, nesta modalidade, uma equipa dos Açores conquista um troféu a nível nacional.

No escalão feminino o vencedor foi o CTM de Mirandela que na final derrotou por 3-1 o Ponta do Pargo da Madeira. Por sua vez a equipa da Casa do Povo da Madalena do Pico, também participante neste escalão, foi eliminada nos quartos de final pelo Garachico da Madeira.

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publicado por picodavigia2 às 10:23

EQUADOR

Segunda-feira, 10.06.13

Está a passar, semanalmente, num dos canais abertos da televisão portuguesa a série “Equador”, baseada na obra homónima de Miguel Sousa Tavares e que retrata a vidaem S. Tomée Príncipe, no início do século passado. A crítica, em geral, tem-na considerado como uma das melhores séries do género de sempre, creditando-a de grande rigor histórico. Acontece porém que, sob o ponto de vista litúrgico/histórico, a referida série apresenta algumas incorrecções.

O Concílio Vaticano II, com a Constituição “Sacrosanctum Concílilium”, sobre a Sagrada Liturgia, assinada e promulgada pelo papa Paulo VI em 4 de Dezembro de 1963, definiu as várias normas referentes à reforma litúrgica, alterando entre muitos outros aspectos os seguintes: o uso da cor roxa nos funerais e nos ofícios de defuntos, sem no entanto proibir a continuação do preto até então obrigatório e a celebração da Eucaristia em altar “versus populo” (voltado para o povo).

Na referida série, no entanto, Monsenhor Atalaia, máxima autoridade religiosa no arquipélago onde, na altura, ainda não havia bispo residente, personagem superiormente interpretada pelo veterano actor Ruy de Carvalho, no episódio 10º, preside ao funeral do filho do Coronel Maltez, em 1906, com paramentos roxos e, noutro episódio, celebra a missa num altar voltado para o povo. É verdade que o faz em latim, iniciando a celebração como era obrigatório ou seja com a recitação de um versículo do salmo 43, “Introibo ad altare Dei”: Mas, segundo as normas litúrgicas então vigentes e só alteradas depois da publicação da referida Constituição sobre a Liturgia, o celebrante devia proferir aquela invocação de costas para o povo, ligeiramente inclinado e de mãos postas. Monsenhor Atalaia, no entanto, fá-lo de braços abertos e voltado para o povo. Além disso e estranhamente, ao referido monsenhor, sempre que paramentado, é-lhe colocada a estola sobre a casula, contrariamente ao habitual nos ritos litúrgicos da igreja romana, ou seja, a estola, sempre que usada com a casula, é colocada por baixo desta e nunca ao contrário.

 

 

NB – Texto publicado no Pico da Vigia, em 14/03/09, altura em que asérie referida passava, semanalmente, na TVI

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publicado por picodavigia2 às 17:07

OS HIPOGEUS DESCOBERTOS NO CORVO E A COVA DA JUNÇA

Domingo, 09.06.13

Novamente, voltaram a circular em vários órgãos de comunicação social, notícias já divulgadas nalguns sites e blogues, de que foram descobertas no Corvo (e também ao que parece na Terceira e em outras ilhas açorianas) vários hipogeus, ou seja, estruturas escavadas na rocha, usadas antigamente no Mediterrâneo como sepulturas, que seriam sinal da ocupação humana nas ilhas dos Açores, em tempos muito remotos, dado que supostamente os monumentos descobertos poderiam ter cerca de dois mil anos.

Em Março de 2011 foi o presidente da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), Nuno Ribeiro, a afirmar que existem dezenas de hipogeus no Corvo, estando todos à vista. Aparentemente, trata-se de monumentos muito antigos, situados em zonas onde não houve agricultura, acrescentando que há também indicações de que possam existir hipogeus na ilha das Flores. Os monumentos em causa foram encontrados no Corvo durante um passeio que o arqueólogo Nuno Ribeiro efectuou em Agosto de 2010. O presidente da APIA admite que estas estruturas possam ter mais de dois mil anos, mas salientou que a datação desses monumentos "terá de ser fundamentada e averiguada". O arqueólogo acrescentou a importância destes monumentos, observando que, a comprovar-se a antiguidade dos hipogeus, "é possível que a ocupação das ilhas tenha sido anterior à presença portuguesa".

Agora, segundo o Expresso, de 9 de Junho pp, foi Félix Rodrigues, professor catedrático da Universidade dos Açores, que descobriu e estudou em profundidade alguns destes achados, afirmando àquele jornal que esta: "Seria a maior descoberta arqueológica da Europa dos últimos 100 anos". Segundo o mesmo jornal, estas descobertas consubstanciam dezenas de estruturas em pedra ou escavadas na rocha encontradas em várias ilhas dos Açores e estão a gerar polémica, porque parecem apontar para a presença humana no arquipélago, muito antes da chegada dos portugueses. Além disso, a multiplicação destas descobertas arqueológicas está a provocar polémica, porque parece indicar a presença de navegadores muitos séculos antes da chegada oficial ao arquipélago dos portugueses e de Diogo de Silves, em 1427. Assim, celtas, fenícios, cartagineses, romanos podem ter passado pelo arquipélago, porque o regresso ao Mediterrâneo ou ao norte da Europa de qualquer barco que viajasse ao longo da costa africana teria de ser feito pela chamada volta do Atlântico, por causa da direcção dominante dos ventos de nordeste.

 No entanto, o mesmo jornal reconhece que faltam sondagens, escavações e datações por radiocarbono para se tirarem conclusões definitivas, mas se fosse provada a origem pré-portuguesa dos achados arqueológicos, a História teria de ser rescrita, tanto no que diz respeito à descoberta das ilhas como ao paradigma da navegação no Atlântico.

Ora no que ao Corvo, a ilha mais referenciada nas notícias sobre estas descobertas, diz respeito, existe, na realidade, naquela ilha, conhecido de toda a gente, um local chamado “A Cova da Junça”, sobre o qual a Wikipédia diz o seguinte: “A Cova da Junça é um silo português do Século XVII localizado dentro da cerca da Delegação Marítima de Vila do Corvo, no Largo do Porto da Casa, ilha do Corvo, arquipélago dos Açores. Trata-se de uma edificação protegida pela Resolução n.º 69/97, de 10 de Abril, do Governo Regional dos Açores cuja data de construção recua ao século XVII e século XVIII e faz parte do Inventário do Património Histórico e Religioso da ilha do Corvo. Esta construção apresenta-se como um silo subterrâneo, escavado no subsolo com forma de ânfora ou de talhão. Não apresenta uma grande dimensão. É bastante raro, no entanto silos deste tipo no arquipélago dos Açores. Era usado em tempos idos com o objectivo de guardar e esconder os cereais. Não só como forma de os conservar, mas também porque ao esconde-los debaixo da terra ficavam fora da vista dos piratas e corsários que assolavam a costa das ilhas com frequência e também dos dobradores dos impostos do rei. O caminho de acesso a este silo é feito por uma estreita abertura na parte superior, hoje integrada no pavimento do logradouro da Delegação Marítima. Esta Cova da Junça foi parcialmente destruída aquando da abertura de uma estrada, apresentando um corte longitudinal que veio permitir visualizar o seu aspecto interior.”

Não haverá, pois, alguma confusão entre a Cova da Junça e os hipogeus agora descobertos?

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publicado por picodavigia2 às 23:18

DE DUAS UMA

Segunda-feira, 03.06.13

Chovem as contínuas e múltiplas informações de que milhões de blogs e páginas da web, que utilizam a Iol como plataforma, estão totalmente bloqueados e, consequentemente, uns e outras impedidos de serem acessíveis não apenas aos seus visitantes mas também aos próprios proprietários. Esta situação de bloqueio brutal e absurdo iniciou-se em meados do mês de maio e mantém-se inalterável. Sabe-se que o problema tem a sua origem na própria plataforma da iol, uma vez que, o acesso à mesma, também está vedado ao comum cibernauta. Não se consegue ter acesso ao “blogs.io..pt”. A resposta é sempre a mesma: “404 Not Found”. Cuida-se que terá sido um ataque de piratas informáticos.

Sendo assim, de duas uma: ou os piratas informáticos, tecnicamente, possuem uma tremenda e gigantesca capacidade, sendo  muito mais competentes do que os técnicos da própria Iol ou a pirataria, afinal, está dentro da própria Iol, sob a forma de corrupção e sabotagem.

Mal estariam os nossos avoengos se não tivessem conseguido libertar-se e vencer os piratas que, segundo rezam inúmeras “estórias”, em tempos idos, atacavam as ilhas açorianas…

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publicado por picodavigia2 às 20:33

ATAQUE GLOBAL DE PIRATAS INFORMÁTICOS ÀS PÁGINAS E BLOGS DA WORDPRESS

Domingo, 02.06.13

Notícias divulgadas pela TVI informam que a plataforma de gestão de conteúdos Wordpress foi alvo de um ataque intensivo de piratas informáticos, a nível mundial, o qual está a afectar milhões de blogs e páginas na web que utilizam os seus servidores localizados em três data centers.

O ataque, através do método de «força bruta» («brute force») consiste em forçar acessos simultâneos como administrador a partir da página do painel de administração, provocando sobrecargas no servidor, usando uma lista de cerca de 1000 passowrds mais frequentes. Se o lançador do ataque conseguir o acesso à página, passa a assumir o seu controlo, como se fosse o utilizador legítimo da página ou blog, introduzindo código malicioso na base de dados utilizada pela Wordpress. A partir daqui, a página atacada passa a lançar também ataques a páginas semelhantes, fazendo disparar uma escala sucessiva no problema.

A Wordpress serve cerca de 30 milhões de páginas e blogs, sendo uma das plataformas mais utilizadas a nível mundial para a criação de blogs ou sites pouco complexos, devido à grande variedade de widgets associados.

 

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publicado por picodavigia2 às 22:10





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