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ALMEIDA FIRMINO

Segunda-feira, 09.06.14

O poeta João Júlio Almeida Caldeira Firmino nasceu em Portalegre, em 1934 e faleceu em São Roque, ilha do Pico, em 1977. No liceu de Portalegre, onde não chegou a concluir o ensino secundário, foi aluno de José Régio que acabou por influenciar o seu gosto pela escrita. Nessa altura publicou os seus primeiros poemas e, em 1953, rumou em direcção aos Açores na companhia do pai que foi colocado na secretaria do tribunal de Angra do Heroísmo. Trabalhou na Base das Lajes e após o serviço militar regressou aos Açores. Foi então colocado em São Roque do Pico, como escriturário do tribunal, onde viveu até ao fim dos seus dias. A partir de 1957, iniciou a publicação de vários livros de poesia, que acabaram por ser reunidos, posteriormente, num só volume, com o título de Narcose. É um poeta da geração da Gávea, revista de arte de que foi um dos co-directores, conjuntamente com Emanuel Félix e Rogério Silva. Colaborou em vários jornais e revistas, considerando-se açoriano de opção. Segundo alguns críticos, a sua poesia caracterizad-se por um «idealismo humanitário, de arrepio e inquietação, formalmente de expressão moderna e vanguardista, ao mesmo tempo que pessoal» Obras principais: Saudade Dividida, Novembro, cidade dos crisântemos esquecidos, Ilha Maior, Em Memória de Mim: antologia, Não queremos bombas na cidade. Angra do Heroísmo, Ed. do Autor. (1973), Lápide para a cidade, Tailândia e Narcose, obra poética completa.

 

Dados retirados do CCA – Cultura Açores

 

 

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publicado por picodavigia2 às 10:26





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