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TEÓFILO BRAGA

Quinta-feira, 13.03.14

Joaquim Teófilo Fernandes Braga, escritor, pensador, professor e político nasceu em Ponta Delgada, em 1843 e faleceu em Lisboa, em 1924. Frequentou o Liceu de Ponta Delgada e em Coimbra concluiu os estudos que lhe permitiam o acesso ao ensino superior. Matriculado em Direito na Universidade de Coimbra, doutorando-se em Direito. Foi professor no Curso Superior de Letras de Lisboa, destacando-se como uma notável figura intelectual, com repercussão europeia, sendo a sua orientação republicana, socializante e anti-clerical marcada por um carácter demasiado propenso para o facciosismo da opinião. Mas ao longo da vida deu provas de excepcional devoção às causas nacionais, nelas empenhando o melhor da sua energia intelectual de doutrinário da República

A sua vasta obra de polígrafo cobre áreas vastas, da poesia e da ficção à filosofia, à história da cultura e à historiografia crítico-literária. Deixou a sua autobiografia intelectual e de figura pública em Quarenta Anos de Vida Literária e Mocidade de Teófilo. Outras obras de literatura: Visão dos Tempos, Tempestades Sonoras, A Ondina do Lago, Contos Fantásticos, Teocracias Literárias: relance sobre o estado actual da literatura portuguesa, Cancioneiro e Romanceiro Geral portuguez: confecção e estudos, Contos Populares do Arquipélago Açoriano, Folhas Verdes, Torrentes, Soluções Positivas da Política Portuguesa, Miragens Seculares, As Modernas Ideias na Literatura Portuguesa, História da Universidade de Coimbra, A Pátria Portuguesa, Quarenta Anos de Vida Literária, Alma Portuguesa: Viriatho, História da Literatura Portuguesa, Perspectivas da Literatura Portuguesa do Século XIX, Farpa e Dicionário Bibliográfico Poryuguês

“O pensamento político de Teófilo Braga apresenta-nos uma assinalável constância. A via definidora do seu projecto de sociedade irá fixar-se, de uma vez por todas, a partir do momento em que secunda a renovação global, estética e política, defendida em termos amplos por Antero de Quental no decurso da “Questão Coimbrã” (1865-1866)”.

 

Dados retirados do CCA – Cultura Açores

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publicado por picodavigia2 às 06:16





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